terça-feira, 28 de março de 2017

MENINA DE 4 ANOS É RAPTADA ENQUANTO BRINCAVA NA RUA NO BAIRRO AEROLÂNDIA



Atualização do PORTAL ORÓS as 19:33 hrs: A polícia passou a investigar hoje no fim da tarde uma nova linha de investigação de que a pequena Débora teria sido sequestrada por dívida com drogas já que a mãe e o padrasto da menina que está preso estaria devendo a um traficante.

Uma criança de 4 anos, identificada como Débora Lohanne, desapareceu na noite da última segunda-feira (27), na Avenida Raul Barbosa, no Bairro Aerolândia, em Fortaleza, enquanto brincava próxima a sua casa.

A mãe sentiu falta da garota, por volta das 19h, quando chamou Débora para ir jantar, mas ela não estava no lugar como de costume.

Segundo informações de uma testemunha, a garotinha estava brincando com outras crianças próxima a residência que fica localizada na Rua Alecrim, do lado da Raul Barbosa, quando um homem chegou e levou Débora pelo braço.

De acordo com moradores, um homem que trabalha com flanelinha, sem um dos braços, raptou a criança e entrou na mata fechada do Rio Cocó, e gritos da criança ainda foram ouvidos.

Logo após o sumiço da menina, a mãe e amigos acionaram a Polícia, que junto com o Corpo de Bombeiros, e também o helicóptero do Ciopaer, começaram as buscas no mato que fica próximo ao viaduto da Raul Barbosa.


TRIBUNA DO CEARÁ



Veja a reportagem da TV JANGADEIRO:

TRIPLO HOMICÍDIO É REGISTRADO NA TARDE DESTA TERÇA-FEIRA EM QUIXERÉ (CE)

O plantão de polícia na cidade de Quixeré (CE) registrou por volta das 14 horas de hoje (28) um triplo homicídio a bala tendo como vítimas mãe, filho e amigo da família.

Os três foram identificados apenas como Mocinha, Paizinho e Ramon. O crime teria sido cometido por elementos que ainda não foram identificados.

A polícia abriu investigação para apurar autoria e motivo do crime.


Jornal Vale em Destaque

AÇUDES DO CEARÁ TÊM MÉDIA DE 10,3% DA CAPACIDADE, AFIRMA COGERH

Sete açudes do Ceará estão com a capacidade máxima de armazenamento, seis deles monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh): Itaúna, em Granja;  São Pedro Timbaúba, na cidade de Miraíma; Acaraú Mirim, em Massapê; Caldeirões, em Saboeiro; Valério, em Altaneira; e Maranguapinho, em Maranguape. O açude Santo Antônio do Pitaguary, em Maracanaú, também sangrou, mas não faz parte do monitoramento da companhia. Apesar das sangrias, os açudes do estado têm, em média, apenas 10,35% do volume.

Entre os açudes que atingiram a capacidade máxima de armazenamento, destaca-se o açude Itaúna que começou a sangrar nesta terça-feira (28). Foram registrados aportes em 67 açudes, destacando-se os açudes Acarape do Meio, Angicos, Aracoiaba, Araras, Arneiroz II, Ayres de Sousa, Castanhão, Caxitoré, Frios, General Sampaio, Jaburu I, Orós, Pedras Brancas e Pentecoste.

O aporte permitiu que o açude Santo Antônio de Russas deixasse de estar seco. Nesta terça-feira, foram registradas chuvas em 25 postos pluviométricos monitorados pela  Funceme.

Dos 153 açudes monitorados pela Cogerh, apenas sete estão com volume de armazenamento acima de 90%. Outros 115 estão com volume inferior a 30%. Entre eles está o Castanhão, responsável pelo abastecimento de Fortaleza e Região Metropolitana, que está com menos de 6% do volume. Quarenta e quatro estão em volume morto e 19 estão secos.

Mesmo com as chuvas registradas nos últimos meses, os açudes do Ceará que têm capacidade total de 18,64 bilhões de metros cúbicos, concentram apenas 1,93 bilhões de metros cúbicos, o que representa 10,35% da capacidade total. Em 2017, houve aporte de 802,55 milhões de metros cúbicos nos açudes cearenses. Nesta terça-feira, o aporte foi de 16,77 milhões de meteros cúbicos.

De acordo com a Cogerh, os açudes que tiveram maiores aportes de água neste ano foram Araras, em Varjota; Castanhão, em Alto Santo;  General Sampaio, na cidade do mesmo nome; Edson Queiroz, em Santa Quitéria; Itaúna, em Granja; Taquara, no município de Cariré; Acaraú Mirim, em Massapê; Ayres de Sousa, em Sobral; Orós, na cidade de Orós; e Umari, no município de Madalena.

Açudes em volume Morto

Amanary, Barra Velha, Batente, Broco, Capitão Mor, Castro, Catucinzenta, Cipoada, Escuridão, Farias de Sousa, Figueiredo, Flor do Campo, Fogareiro, Forquilha, Frios, Gerardo Atimbone, Jaburu II, Jatobá, Jatobá II, Jenipapeiro II, João Luís, Junco, Macacos, Malcozinhado, Mons. Tabosa, Parambu, Patu, Pentecoste, Pesqueiro, Poço da Pedra, Poço do Barro, Pompeu Sobrinho, Premuoca, Quincoé, Quixabinha, Riacho da Serra, Riacho do Sangue, Rivaldo de Carvalho, Santa Maria, Santa Maria de Aracatiaçu, São Domingos II, São José I, São José II, São José III, Sitios Novos, Sousa, Sucesso, Tejuçuoca, Tigre, Várzea da Volta e Várzea do Boi.

Açudes secos

Adauto Bezerra, Barragem do Batalhão, Bonito, Canafístula, Carão, Carmina, Carnaubal, Cedro, Desterro, Ema, Faé, Favelas, Forquilha II, Jenipapeiro, Jerimum, Madeiro, Monte Belo, Nova Floresta, Pau Preto, Penedo, Pirabibu, Potiretama, Quixeramobim, Salão, Santo Antônio, Santo Antônio de Russas, São Domingos, São Mateus, Serafim Dias, Trapiá II, Umari e Vieirão.



Do G1 CE

81,5% DAS CÂMARAS DO CE TÊM IRREGULARIDADES NA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS

Em 2016, 60% das Prefeituras e 81,5% das Câmaras Municipais cearenses apresentaram irregularidades na divulgação de informações em seus respectivos portais de transparência. O levantamento foi feito pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a partir do resultado de suas 4.416 avaliações, feitas ao longo dos 12 meses do ano passado sobre os 368 sites desses órgãos. Foram constatados casos de portais que violaram a legislação em oito ou mais meses.

As falhas consistem em descumprimento à divulgação em tempo real e/ou ao Padrão Mínimo de Qualidade, previstos na Lei da Transparência – Lei Complementar nº 131/2009, e podem motivar multas, desaprovação de contas e restrições na obtenção de recursos estaduais.

Reincidência

O maior número de ocorrências no Executivo deu-se no segundo semestre do ano, com 144 casos. A maioria das Prefeituras (82%) foi considerada irregular uma a três vezes, e 18% de quatro a nove vezes. As que mais apresentaram falhas foram Abaiara (9 vezes), Ibaretama (8), Canindé (6), Ererê (6) e Paramoti (6).

Ao analisar a nota obtida pelos portais dessas administrações no Índice de Transparência Municipal, pesquisa realizada pelo TCM nos meses de fevereiro e março de 2016, que atribui uma pontuação de zero a 10 com base no nível de conformidade às normas relacionadas, verificou-se que todas essas Prefeituras receberam nota abaixo da média obtida por todos os municípios (6,33), exceto Paramoti, cuja nota foi 7,3.

As Câmaras Municipais obtiveram maior quantidade de casos irregulares do que as Prefeituras, foram 572 no ano, sendo que a maior parte (63%) concentrou-se no primeiro semestre de 2016. Um total de 39 Câmaras ficou em situação irregular em seis ou mais meses durante 2016. Houve situações, como os portais de transparência dos Legislativos de Assaré e Itatira que não respeitaram os dois indicadores em nenhum mês do ano, e o portal de Araripe só foi considerado regular em junho.

Como é feita a análise do TCM

Em data não divulgada e aleatória, são visitados mensalmente os portais de transparência das Prefeituras e Câmaras municipais para examinar o cumprimento dos indicadores Padrão Mínimo de Qualidade (PMQ) e Tempo Real (TR). O tempo real refere-se ao prazo de 24 horas, a partir do registro contábil, para que as administrações disponibilizem informações sobre as receitas e despesas públicas em meio eletrônico.

Já o Padrão Mínimo de Qualidade é regulado pelo Decreto Federal 7.185/2000, que considera aspectos relacionados à disponibilização das informações ao público de forma compreensível, contendo dados que permitam à sociedade conhecer a arrecadação e a aplicação dos recursos públicos, orçamentos, legislação, prestações de contas e relatórios da LRF, além de outros aspectos.


Fonte: Diário do Nordeste

CAIXA ECONÔMICA PODERÁ FECHAR ATÉ 120 AGÊNCIAS EM 2017, DIZ PRESIDENTE

A Caixa Econômica Federal informou nesta terça-feira (28) que cerca de 100 a 120 unidades deficitárias passarão por uma "intervenção" neste ano. Durante entrevista coletiva em São Paulo, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, disse que as alternativas são fechamento, fusão, diminuição de estrutura ou remanejamento para outro local.

Essa intervenção vai acontecer "tão logo tenhamos a finalização do processo de demissão voluntária (PDV)", disse Occhi. Ele calcula a adesão de 5 mil funcionários. ⁠⁠⁠ De acordo com Marcos Jacinto, vice-presidente de Gestão de Pessoas, a economia com o PDV é estimada em R$ 975 milhões.

Além disso, a Caixa está recorrendo na Justiça sobre a convocação de 2 mil aprovados em concursos públicos, segundo Jacinto.

De acordo com Occhi , haverá ainda a reestruturação das áreas da Caixa, com a participação das vice-presidências no processo.

De acordo com o presidente do banco, não faz parte dos planos da Caixa qualquer venda de ativos. "O foco do banco é melhorar a eficiência reduzindo as despesas", ressalta Occhi.

Em todo o país, a Caixa afirma ter 4,2 mil agências e postos de atendimento.

Occhi lembrou que a Caixa teve um crescimento exponencial depois de 2010, com a abertura de novas agências - o salto foi de 2.300 para 4 mil unidades no país. "Tomou-se a decisão de ir para o mercado e abrir novas agências. A Caixa se expandiu no mercado de crédito pois havia demanda", afirma. Segundo ele, esse cenário mudou e o que o banco busca é a eficiência em suas operações.

Lucro menor

A Caixa Econômica anunciou mais cedo ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro. Só no quarto trimestre de 2016, o banco teve lucro líquido de R$ 691 milhões.

O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.

Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).

Mais fechamentos

Em novembro do ano passado, o Banco do Brasil também anunciou um conjunto de medidas de reorganização institucional, que previa o fechamento de agências e um plano de extraordinário de aposentadoria incentivada. O Banco do Brasil conseguiu que mais de 7.000 funcionários aderissem ao plano de aposentadoria.

Habitação

A Caixa poderá reestruturar a taxa de financiamento com a queda da taxa básica de juros Selic. O banco prevê a retomada de demanda imobiliária com maior captação da poupança.

A Caixa tem orçamento preliminar de R$ 80,8 bilhões para habitação este ano, mas que pode ser aumentado dependendo de decisão do Conselho Curador do FGTS. No ano passado foi de R$ 90 bilhões, sendo que foram usados R$ 81,8 bilhões, garantindo 620 mil unidades contratadas em 2016, de acordo com Nelson Antônio de Souza, vice-presidente de Habitação da Caixa.

Segundo Occhi, independente dos saques do FGTS e da alteração das linhas de crédito no programa Minha Casa Minha Vida, o FGTS tem funding (recursos) suficiente para atender a todas as demandas.

Ele diz que com a redução da taxa Selic para 12,25%, a retomada da captação líquida da poupança poderá alavancar as operações de crédito no setor.

"Com redução da taxa Selic há retomada da captação líquida da poupança e a Caixa pode reestruturar uma nova taxa de juros, mas aguardamos como o reflexo da taxa Selic poderá impactar na captação líquida da poupança", diz.

Segundo Occhi, a Caixa tem 67% do crédito do mercado imobiliário brasileiro, e ele prevê que o mercado de crédito terá uma retomada pela demanda como consequência do aumento dos depósitos da poupança.

Em São Paulo, segundo Occhi, haverá uma série de investimentos em parceria para crédito habitacional. Entre as iniciativas está a comercialização das unidades financiadas pelos corretores e o banco fazendo o pagamento da taxa de corretagem. Além disso, a Caixa não estuda o aumento da cota de financiamento, mas melhores taxas para financiamento.

Cerca de 24 mil unidades que foram retomadas poderão ser vendidas de forma direta pelos corretores no país, após passarem por leilões da Caixa, segundo Souza.

Recessão

Durante entrevista coletiva em São Paulo para falar do balanço, Arno Meyer, vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, informou que a queda de 43% no lucro líquido de 2015 para 2016 foi em virtude da recessão econômica.

Segundo Gilberto Occhi, o banco não trabalha com a hipótese de recorrer a aporte de capital de seu controlador, que é o governo federal. “Se pudesse antecipar, 2017 com certeza seria melhor que 2016. Estamos na direção correta na busca da melhor eficiência e melhores resultados”, disse o presidente do banco.

Occhi informou que o objetivo para os próximos períodos continua sendo reforçar a melhoria da eficiência e sustentabilidade com o melhor uso do capital nas operações de crédito para ter uma carteira mais qualificada. “A força motriz da Caixa é o crédito”, disse.

De acordo com Arno Meyer, 52% da receita da Caixa vem das operações de crédito. Dos ativos administrados, a maior parte da receita vem do FGTS. E a principal fonte de recursos é a poupança, seguida de empréstimos e repasses e do FGTS. “A redução da taxa Selic não afeta esses recursos”, disse Meyer.

O índice de inadimplência de 2,88% é o menor do mercado, segundo Meyer, devido à carteira de crédito de baixo risco.

A receita de operação de crédito da Caixa vem principalmente da carteira de habitação e comerciais.

Segundo Meyer, o lucro é a menor fonte de capital de uma instituição. “O desafio do banco é aumentar a rentabilidade e fortalecer a estrutura de capital”, disse.


Fonte: G1

sábado, 25 de março de 2017

POLÍCIA DESATIVA ABRIGO CLANDESTINO NO CE E RESGATA 13 IDOSOS E DEFICIENTES

A polícia prendeu três criminosos nesta sexta-feira (24) por maus-tratos a idosos e deficientes mentais em um abrigo clandestino que funcionava em condições insalubres na cidade do Crato, interior do Ceará. Dentre os presos está um pastor evangélico, que era proprietário do abrigo. Treze vítimas com idades entre 30 e 70 anos foram resgatas do local.

Por meio de um mandado de busca e apreensão, os policiais seguiram até a localidade de Baixio Verde para verificar uma denúncia de maus-tratos ocorridos no local. No imóvel, que funcionava em situações insalubres, a polícia encontrou 13 idosas e deficientes mentais, entre 30 e 70 anos.

Uma idosa foi encaminhada para uma unidade de saúde da região, onde permaneceu internada com vários problemas de saúde. Uma segunda vítima também foi atendida pelo Samu, ficando constatada várias escoriações nas costas, e mordidas de animais nos pés.

Um pastor evangélico, sua esposa e uma cuidadora foram presos em flagrante. De acordo com a delegada Wannini Galiza, da Delegacia de Crato, os suspeitos estavam em posse de cartões de créditos pertencentes às mulheres e eram responsáveis por sacar os valores dos benefícios das vítimas.

A operação, chamada "Cova dos Leões", foi realizada por policiais das delegacias de Defesa da Mulher de Crato, Municipal de Farias Brito e Várzea Alegre. O Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram o socorro dos idosos.

Os suspeitos foram conduzidos para a sede da especializada, onde foram autuados em flagrante por crime contra o idoso, maus-tratos e cárcere privado. Já as mulheres foram encaminhadas para a casa de familiares e também para abrigos na cidade de Juazeiro do Norte.


G1

TRATAMENTO: ESTADO DEVE FORNECER REMÉDIO À BASE DE MACONHA PARA CRIANÇA COM PROBLEMAS NEUROLÓGICOS

O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) manteve decisão de 1º grau que determina o fornecimento do medicamento Canabidiol, substância presente na folha da maconha (Cannabis sativa), para criança com problemas neurológicos.

O relator do caso, juiz André Aguiar Magalhães, destacou que “há vasto lastro probatório, idôneo e capaz de ensejar acerca da necessidade” da medicação.

De acordo com os documentos, disponibilizados pela assessoria de comunicação do TJCE, o menino, ao nascer, foi diagnosticado com malformação cerebral e epilepsia de difícil controle. Em virtude da situação, o médico que acompanha o paciente indicou o referido fármaco para auxílio no tratamento do problema.

A substância atuaria como antipsicótica, neuroprotetora, anti-inflamatória e antiepilética, diminuindo o estresse e a ansiedade decorrente das várias convulsões da criança.
Por essa razão, a mãe do menino ingressou com ação na Justiça requerendo que o Estado fornecesse o Canabidiol. Alegou não ter condições financeiras para comprar a substância. Na contestação, o ente público alegou não haver previsão orçamentária para custear o tratamento, que seria feito sem tempo determinado.

O juiz André Aguiar Magalhães destacou que o Canabidiol foi reclassificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como medicamento de uso controlado, e não mais como substância proibida.

O relator do caso disse ainda que a “ausência do fármaco na lista de medicamentos do Estado, igualmente, não afasta o direito do menor de recebê-lo, uma vez que a obrigação estatal de garantir o direito à saúde não se limite ao conteúdo de listas, sob pena de grave afronta às disposições legais e constitucionais”.


Redação O POVO Online

REDEMOINHO ASSUSTA MORADORES NO INTERIOR DO CEARÁ; VEJA VÍDEO

Um redemoinho assustou moradores do distrito de Várzea da Volta, em Moraújo, interior do Ceará, nesta sexta-feira, 24. Os fortes ventos derrubaram um muro e parte do telhado de uma casa na região, segundo a Polícia Militar (PM) no município. 

 Procurada pelo O POVO Online, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) afirmou que a intensidade do fenômeno é pequena e não há motivos para a população se assustar. Segundo o órgão, o redemoinho é provocado pela circulação de vento ascendente sobre uma superfície líquida.


"O vento sobe em espiral e suspende partículas próximas, que podem ser poeira, folhas ou água, como no caso em questão", informou a Funceme. 

 O POVO

Veja vídeo (imagens cedidas pelo portal Massapê Ceará):